A Vale Base Metals (VBM), parte integrante da Vale (VALE3), promoveu recentemente seu Analyst & Investor Tour 2026, onde reafirmou sua missão de se estabelecer como uma plataforma de destaque em minerais críticos, especialmente no setor de cobre, enquanto busca otimizar a execução e a gestão de capital em relação ao níquel.
Atualizações de Projeção
A mineradora atualizou sua previsão de contribuição da VBM para o Ebitda consolidado da empresa, que agora deve representar cerca de 28% em 2026. Anteriormente, essa previsão era de 26%, e a expectativa é que essa contribuição aumente para entre 30% e 35% a partir de 2035.
Avaliação do Mercado
O Bradesco BBI elogiou os progressos operacionais demonstrados pela Vale, destacando melhorias significativas na produtividade e na integração de operações. Esses avanços já estão refletindo em um aumento na rentabilidade da companhia.
Visões Positivas para o Futuro
Segundo o BBI, a abordagem da Vale de focar em projetos com menor demanda de capital e maior previsibilidade operacional é promissora, especialmente na área de metais básicos. O banco acredita que isso permitirá um aumento significativo na contribuição da VBM nos resultados da Vale no futuro próximo.
Perspectivas da Integração Vertical
O Morgan Stanley, por sua vez, destacou a importância estratégica da integração vertical num cenário onde o mercado valoriza não apenas a oferta de minérios, mas também a capacidade de processamento local e segura. O banco vê a demanda sustentada por níquel e cobre como um fator crítico para os próximos anos.
Recomendações e Expectativas
Com recomendações de compra e um preço-alvo fixado em US$ 19,50, o Morgan Stanley acredita que a plataforma integrada de níquel da VBM, que liga Voisey’s Bay a Long Harbour, será cada vez mais relevante. A XP Investimentos também enxerga a VBM como uma plataforma de crescimento diferenciada, destacando a importância da execução estável para impulsionar o re-rating das ações da empresa.
