A pré-candidata ao Senado por São Paulo, Simone Tebet, fez declarações contundentes ao classificar o programa de escolas cívico-militares como um 'método fascista'. Essa crítica se deu durante uma roda de conversa do movimento Direitos Já!, realizada na capital paulista.

Críticas ao programa educacional

Tebet, que pertence ao PSB, destacou que não é contra a existência de escolas militares, mas se opõe à implementação de educação militar nas escolas públicas brasileiras. 'Esse é o método fascista de se fazer política', afirmou, e enfatizou que a democracia deve permitir a diversidade educacional sem imposições.

Reflexões sobre a política atual

A ex-ministra do Planejamento no governo Lula também criticou a forma como a oposição tem conduzido a comunicação política. Para ela, há um controle das narrativas que prejudica a ala progressista, que não se faz ouvir com a mesma eficácia nas redes sociais. 'Eles controlam a comunicação, sucateando a educação', disparou.

Lula como candidato democrático

No evento, Tebet avaliou que Lula é o único candidato 'verdadeiramente democrático' na corrida presidencial, destacando a importância da eleição atual. Segundo ela, não apenas a escolha do presidente é crucial, mas também a composição do Congresso Nacional.

Segurança pública e crime organizado

Sobre segurança pública, a pré-candidata defendeu que Lula é quem realmente busca combater a violência, ao contrário dos governadores de direita, que se negaram a colaborar. Ela alertou sobre a presença do crime organizado nos setores produtivos e enfatizou a necessidade de uma estratégia coordenada pelo governo federal para enfrentar esse problema.

Levantar da corrida ao Senado

Recentemente, uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostrou que Simone Tebet lidera a corrida ao Senado em São Paulo, empatada com Marina Silva. Os números indicam uma leve alta nas intenções de voto para Tebet, que agora alcança 34,3%.