Uma plataforma de locação de imóveis foi condenada a pagar R$ 5 mil a uma cliente que enfrentou sérias dificuldades durante sua estadia em Pouso Alegre, Minas Gerais. A mulher denunciou que a hospedagem não correspondia ao que era anunciado, apresentando problemas graves de higiene e manutenção.
A decisão, proferida pela 11ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, reduziu o valor original da indenização, que era de R$ 10 mil. Durante a estadia, a cliente se deparou com água suja, manchas de sangue nas paredes, e falta de limpeza no quarto.
Além dos problemas estéticos, foram identificadas diversas falhas na infraestrutura do imóvel, como banheiros não higienizados e colchões sujos. Apesar das condições adversas, a mulher optou por permanecer no local para não prejudicar sua participação em um concurso público.
A plataforma, que se defendeu alegando ser apenas intermediária entre proprietários e hóspedes, teve sua argumentação rejeitada pela Justiça. A desembargadora responsável pelo caso, Mônica Libânio, enfatizou que a empresa deve garantir a qualidade do serviço oferecido aos consumidores.