Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fazer uma piada sobre Neymar Jr., o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) saiu em defesa do jogador. O craque, que joga pelo Santos e é parte do elenco da Seleção Brasileira, foi alvo de um comentário que Flávio considerou desrespeitoso.

Defesa de Flávio Bolsonaro

Durante um evento em Belo Horizonte, Lula se referiu a Neymar como o “primeiro convocado home office do mundo”. Em resposta, Flávio Bolsonaro classificou o deboche como “mais um gol contra” e destacou a importância do jogador para o Brasil.

“Você pode gostar ou não do Neymar como jogador, para mim ele é craque. Mas estamos falando de um brasileiro de origem humilde que venceu na vida e levou o nome do país para o mundo”, afirmou Flávio, ressaltando que Neymar inspira muitos jovens e mantém um projeto social que ajuda crianças e famílias em todo o país.

Reações e Críticas

Flávio espera contar com o apoio do jogador em sua campanha presidencial. Ele também aproveitou para rebater a piada de Lula, insinuando que o presidente cumpre seu mandato em “modo avião”, criticando seu estilo de vida em hotéis de luxo e sugerindo que deveria passar mais tempo em casa.

Além de Flávio, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também manifestou sua insatisfação com a declaração de Lula. Zema destacou a relevância de Neymar como um dos maiores ídolos do Brasil e ironizou a situação da primeira-dama, sugerindo que seria uma boa economia para o país se ela também estivesse em home office.

Impacto da Declaração

A fala de Lula gerou reações diversas, refletindo a polarização política no Brasil. Neymar, que já se mostrou alinhado ao Clã Bolsonaro, especialmente durante as eleições de 2022, continua sendo uma figura central no debate público.

O episódio evidencia não apenas a relação entre esporte e política, mas também o papel que figuras públicas desempenham na formação de opinião e engajamento social no Brasil contemporâneo.