As ações da Copasa (CSMG3) e da Equatorial (EQTL3) estão em foco no mercado financeiro, especialmente com o progresso da privatização da Copasa, responsável pelo saneamento em Minas Gerais. Este cenário gerou situações técnicas distintas para ambas as empresas.

Movimentação das Ações

Enquanto a Copasa se aproxima de seu recorde histórico, a Equatorial está corrigindo após uma recente máxima. Recentemente, a Equatorial foi selecionada como investidora de referência para adquirir 30% da Copasa, cumprindo requisitos financeiros que a permitiram avançar nas próximas etapas da oferta pública de ações.

Análise Técnica da Copasa

A Copasa tem se destacado, acumulando uma valorização de 33,60% em 2026. A ação continua em uma forte tendência de alta, operando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora tenha entrado em uma fase de lateralização perto de R$ 61,00. O Índice de Força Relativa (IFR) está em 67,02, sugerindo que ainda há espaço para crescimento.

Resistências e Suportes da Copasa

Para que a Copasa acelere sua alta, é fundamental ultrapassar a resistência de R$ 61,00. Se isso ocorrer, os próximos alvos de preço são R$ 65,35, R$ 70,00, R$ 76,25 e R$ 83,75. Entretanto, uma correção mais significativa pode ocorrer se a ação perder o suporte em R$ 49,36, o que também coincide com as médias móveis.

Análise Técnica da Equatorial

A Equatorial apresenta uma leve queda de 0,39% em 2026 e enfrenta uma correção após atingir seu pico histórico de R$ 46,32. Atualmente, suas ações estão abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando uma fraqueza na compra a curto e médio prazo, com um IFR em 44,88, que aponta para uma zona neutra.

Perspectivas para a Equatorial

Para que a Equatorial retome a tendência de alta, é necessário que suas ações voltem a ser negociadas acima das médias móveis e superem as resistências em R$ 40,87 e R$ 45,19. O rompimento da máxima histórica pode levar os preços a R$ 47,45, R$ 50,15 e R$ 52,00. No entanto, se cair abaixo do suporte em R$ 37,00, a ação pode buscar níveis ainda mais baixos.