Minas Gerais registrou a criação de 8.991 novos empregos formais no mês de abril de 2026, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados recentemente. Este resultado é fruto de 238.791 admissões e 229.800 desligamentos, mantendo a trajetória positiva que o estado apresenta desde janeiro deste ano.
Desempenho no primeiro quadrimestre
No acumulado de quatro meses, o estado já soma 78.917 novos postos de trabalho. Em comparação com o cenário nacional, Minas continua entre os três estados que mais geraram empregos, consolidando-se como o segundo maior do Brasil em número de trabalhadores com carteira assinada, totalizando 4.937.966.
Ciclo econômico em ascensão
O desempenho positivo de abril reforça o ciclo de recuperação econômica que Minas Gerais vem promovendo desde 2019. Por meio de políticas voltadas para atração de investimentos, desburocratização e capacitação profissional, o estado já criou mais de 1 milhão de empregos formais, resultando na menor taxa de desemprego da sua história no quarto trimestre de 2025.
Impacto no desenvolvimento humano
Esses avanços contribuíram para que Minas alcançasse um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 0,809, o mais alto até então. O secretário em exercício de Desenvolvimento Social, Ricardo Alves, enfatiza a importância da qualificação profissional como alicerce para esse crescimento.
O papel da qualificação profissional
"Minas Gerais segue criando empregos porque o Estado investiu em preparar o trabalhador mineiro para as oportunidades que o mercado está gerando", afirma Alves. Ele destaca que a Sedese trabalha para garantir que os benefícios cheguem a todos, por meio de programas que conectam as pessoas às vagas disponíveis em diversas regiões do estado.
Setores em crescimento
Em abril, quatro dos cinco principais setores da economia mineira apresentaram desempenho positivo. O setor de Serviços foi o líder, com 5.793 novas vagas, seguido pela Construção (+3.658), Agropecuária (+954) e Indústria (+415). O Comércio foi o único setor a registrar saldo negativo, com uma perda de 1.856 postos.
A distribuição do crescimento entre os diferentes setores evidencia a solidez e diversidade da economia de Minas Gerais, que se fortalece ao reduzir a dependência de flutuações de mercado específicas, consolidando o estado como uma referência de estabilidade e geração de oportunidades no cenário nacional.
