A utilização de Inteligência Artificial (IA) nas empresas tem crescido de forma significativa, mas a verdadeira vantagem competitiva surge quando essa tecnologia se torna parte essencial das operações diárias. Em diversos setores, a conversa sobre o uso de IA já é comum, mas é preciso entender a diferença entre integrá-la de forma efetiva e usá-la apenas como uma ferramenta adicional.
No Brasil, setores como financeiro, telecomunicações, varejo e serviços estão investindo na automação de processos e na melhoria da experiência do cliente com o auxílio da IA. Contudo, o país enfrenta desafios significativos, como a modernização da infraestrutura tecnológica e a escassez de profissionais qualificados, o que torna a gestão de tecnologia da informação ainda mais complexa.
Estudos, como o State of Gen AI da BMC Software, indicam que a adoção da IA se tornou generalizada, mas os resultados mostram que a complexidade nas operações não diminuiu. As equipes de TI estão sobrecarregadas e continuam a lidar com incidentes críticos, evidenciando que a simples presença da IA não garante facilidade na gestão.
Além disso, muitas empresas operam em ambientes híbridos que combinam sistemas antigos e novas plataformas digitais, o que aumenta a pressão por inovação e segurança. Portanto, a questão central não é apenas sobre quem tem acesso à IA, mas sim quem consegue integrá-la efetivamente, transformando-a em uma parte ativa de suas operações.