Um recente estudo revelou que os brasileiros demonstram um leve otimismo quanto à influência da inteligência artificial (IA) em suas vidas pessoais e profissionais. A pesquisa, realizada pela Super Panorama Mobile Time/Opinion Box, atribuiu uma nota média de 6,9 em uma escala de 0 a 10.
Otimismo por faixa etária e gênero
Ao avaliar a questão, os respondentes foram questionados sobre seu nível de otimismo em relação ao desenvolvimento da IA e seus impactos em suas vidas. As mulheres mostraram um otimismo ligeiramente menor, com uma nota média de 6,7, enquanto os homens avaliaram a situação com uma média de 7,0. Os dados também indicam que a faixa etária influencia essa percepção, com os mais jovens (16 a 29 anos) e os adultos de 30 a 49 anos apresentando uma média de 7,0, enquanto os entrevistados com 50 anos ou mais deram uma nota média de 6,6.
Impacto da IA na sociedade
Quando questionados sobre o impacto da inteligência artificial na economia e na sociedade em geral, os brasileiros demonstraram um otimismo um pouco menor, com uma média de 6,7. Novamente, as mulheres (6,6) e os mais velhos (6,5) mostraram-se menos otimistas em comparação com outros grupos. Os homens e os adultos de 30 a 49 anos foram os mais otimistas, ambos com uma média de 6,9, enquanto os jovens de 16 a 29 anos alcançaram 6,8.
Classes sociais e otimismo
Em relação às classes sociais, a média de otimismo ficou em 6,7 para os brasileiros das classes C, D e E, enquanto as classes A e B apresentaram uma média de 6,8, refletindo uma percepção positiva em relação ao impacto da IA.
Detalhes da pesquisa
A pesquisa também inclui um capítulo dedicado a aplicativos de mensageria, redes sociais e inteligência artificial generativa, além de outros serviços digitais. O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir do dia 17 de junho, com envio antecipado por e-mail mediante cadastro prévio.
Metodologia
Foram entrevistados 4.138 brasileiros que possuem smartphones entre os dias 4 e 24 de março. A amostra respeita as proporções da população brasileira em termos de gênero, idade, classe social e distribuição regional, com uma margem de erro de 1,5 ponto percentual.
