A reabertura do Museu de Arte da Pampulha, conhecido como MAP, está programada para acontecer em 2027, após atrasos na restauração do antigo cassino que abriga o museu. A cidade de Belo Horizonte celebra em julho deste ano o reconhecimento, há dez anos, do Conjunto Moderno como Patrimônio Mundial pela Unesco.
Início das Obras
A expectativa inicial era de que as obras começassem no mês passado, mas a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que o processo licitatório ainda está em andamento. A previsão é que a concorrência seja finalizada no segundo semestre de 2026, com o início das obras no primeiro semestre de 2027.
Acervo e Importância Cultural
O MAP está fechado há quase sete anos, deixando uma lacuna para moradores e visitantes que apreciavam suas exposições e acervo. O museu abriga 1.796 obras e uma coleção diversificada que inclui itens históricos, bibliográficos e documentais, totalizando 5.583 peças. Em 2018, o museu recebeu cerca de 79 mil visitantes, número que aumentou ligeiramente em 2019.
Recursos e Projetos Associados
Os recursos para a restauração, que totalizam R$ 40 milhões, estão assegurados. O projeto de restauração não se limita ao edifício, mas inclui a construção de um novo prédio para a reserva técnica, denominado MAP Núcleo de Pesquisa e Informação, além de um espaço educativo para a comunidade.
Histórico do Conjunto Moderno
O antigo cassino, projetado por Oscar Niemeyer, é considerado a âncora do Conjunto Moderno, atraindo visitantes desde a sua inauguração na década de 1940, durante a administração de Juscelino Kubitschek. O conjunto também inclui outros importantes marcos como a Casa do Baile e a Igrejinha da Pampulha.
Eventos Culturais Relacionados
Além das obras no MAP, outros museus em Minas também estão recebendo doações significativas, como o Museu da Inconfidência em Ouro Preto, que adquiriu novas peças de ourivesaria sacra, além de imagens de santos de origem portuguesa. Essa iniciativa visa fortalecer a cultura e a memória histórica do estado.
