No dia 10 de outubro, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, se manifestou sobre alegações de que o governo teria retirado mais de R$ 200 bilhões do arcabouço fiscal. Em sua declaração, Durigan classificou a afirmação como desinformação e assegurou que a meta fiscal se mantém inalterada, mesmo diante de crises internacionais, como a guerra no Irã.
Defesa do Arcabouço Fiscal
Durigan enfatizou que o arcabouço fiscal vem sendo respeitado com rigor desde 2024, seu primeiro ano de plena vigência. Ele destacou o cumprimento da meta de zerar o déficit, uma meta que muitos consideravam inatingível na época. "Cumprimos essa meta no ano passado e em 2025", afirmou o ministro.
Críticas a Economistas
O ministro também criticou algumas análises feitas por economistas que, segundo ele, não refletem a realidade do mercado financeiro. "Essas contas provêm de um ou outro economista, não do mercado, e acabam confundindo em vez de esclarecer", completou.
Discussão sobre a PEC dos Templos
Além de comentar sobre o arcabouço fiscal, Durigan revelou que conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos templos, que concede imunidade tributária a locais religiosos e áreas adjacentes. Essa proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados na terça-feira.
Pauta no Senado
Ao ser questionado sobre a possibilidade de discussão da PEC no Senado, Durigan sugeriu que essa questão deveria ser direcionada ao presidente Alcolumbre, indicando que a tramitação do tema depende da liderança do Senado.
Conclusão
As declarações do ministro Durigan visam esclarecer a posição do governo em relação ao arcabouço fiscal e combater a desinformação que circula no mercado. A continuidade do cumprimento das metas fiscais é uma prioridade para a gestão atual, mesmo em tempos desafiadores.
