Um laudo laboratorial preliminar confirmou que a merenda consumida por alunos do Colégio Estadual Professor Sérgio Fayad Generoso, em Formosa, não estava contaminada. A análise, realizada em amostras de um escondidinho de carne com batata, foi feita a pedido da Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) por um laboratório especializado em Brasília.

Resultados e Investigações

Apesar do resultado negativo para bactérias ou microrganismos, a Vigilância Sanitária de Formosa aguarda outros dois laudos para concluir a investigação. Um deles é uma contraprova que está sendo feita pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) em Goiânia. Além disso, amostras de água da escola foram coletadas para investigar possíveis irregularidades, com resultados previstos para serem divulgados nesta quarta-feira (11).

Incidente e Sintomas

O incidente ocorreu no dia 28 de maio, quando pelo menos 30 alunos relataram sintomas de mal-estar, incluindo dores estomacais e náuseas, após a refeição. Três deles precisaram ser internados em um hospital local com suspeitas de intoxicação alimentar. A família de uma das alunas, que desmaiou, expressou preocupação com a situação.

Resposta da Secretaria de Educação

A Seduc declarou que está monitorando o caso desde o início e, embora considere o episódio um fato isolado, as investigações continuam para prevenir novos incidentes. A coordenação regional de educação iniciou apurações logo após o relato de sintomas entre os alunos.

Ações da Vigilância Sanitária

Eric Tostes, coordenador da Vigilância Sanitária Municipal, informou que, após a notificação da diretora da escola sobre os sintomas entre os alunos, uma equipe de fiscais realizou uma inspeção na unidade. Eles verificaram as condições de higiene, armazenamento e preparo dos alimentos, mas não encontraram evidências de irregularidades na merenda servida.

Medidas Adicionais

Além das ações na escola, a Vigilância Sanitária planejou uma força-tarefa para inspecionar estabelecimentos comerciais nas proximidades do colégio, buscando possíveis falhas sanitárias que possam estar relacionadas aos casos de mal-estar. A Seduc reafirmou que a alimentação escolar segue rigorosos padrões de qualidade e que as circunstâncias do ocorrido estão sendo analisadas.