A convocação de Douglas Santos para a Copa do Mundo, realizada pelo técnico Carlo Ancelotti, marca o auge da carreira do lateral-esquerdo que atua pelo Zenit. Sua trajetória na Seleção Brasileira começou em 2013, quando, com apenas 19 anos e jogando pelo Náutico, foi chamado para um amistoso contra a Bolívia.
Polêmica na Primeira Convocação
A convocação de Douglas gerou estranhamento e até boatos de que poderia ser um erro. Naquela época, a CBF organizou um amistoso para arrecadar fundos após a tragédia envolvendo um torcedor. Como o jogo não estava dentro da Data Fifa, apenas jogadores que atuavam em clubes brasileiros foram convocados.
Nessa lista, além de Douglas Santos, estavam grandes nomes como Neymar e Ronaldinho Gaúcho. A presença de dois laterais-esquerdos, sem nenhum direito, alimentou a especulação de que houve um engano, já que o São Paulo contava com o lateral-direito Douglas, que também possui Santos no sobrenome.
Desmistificando o Engano
Felipão, o técnico da Seleção na época, rapidamente desmentiu os rumores, afirmando que a convocação de Douglas Santos era intencional. A lista também incluía outros jovens talentos que já haviam sido convocados para a seleção sub-20, mas apenas Douglas se destacou e retornou à Seleção principal.
Trajetória de Sucesso
Após sua primeira convocação, Douglas Santos fez sua reestreia na Seleção principal em 2015. No ano seguinte, ele integrou a equipe olímpica que conquistou a medalha de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, onde se destacou como titular durante toda a competição.
Desempenho Recente
Embora não tenha jogado no amistoso de 2013, Douglas acumulou sete partidas pela Seleção principal até o momento, com a última atuação no amistoso contra o Egito. Sob o comando de Carlo Ancelotti, ele foi titular em quatro jogos, incluindo confrontos importantes das Eliminatórias e amistosos.
Carreira no Futebol
Revelado pelo Náutico, Douglas Santos teve uma transferência marcante para o Granada, onde se tornou uma das vendas mais significativas do clube. Passou por clubes como Udinese e Hamburgo, e desde 2019 é capitão do Zenit, onde já disputou mais de 200 partidas e conquistou o hexacampeonato da liga russa.
