A Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) anunciou a abertura das inscrições para a Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) 2026. Esta iniciativa visa fomentar a educação financeira entre estudantes do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Importância da antecipação das inscrições

As escolas têm até 1º de setembro para se inscrever, mas há um incentivo para que o cadastro seja feito até 1º de julho. As instituições que cumprirem esse prazo terão o dobro de chances de ganhar kits de infraestrutura escolar no sorteio nacional. É importante ressaltar que a inscrição deve ser realizada pela equipe pedagógica, não sendo permitida a inscrição individual dos alunos.

Público-alvo e formato das avaliações

A Olitef 2026 está dividida em três níveis de participação, abrangendo diferentes etapas educacionais. O primeiro nível inclui alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental; o segundo, do 8º e 9º anos; e o terceiro, do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, além de estudantes da EJA. As avaliações ocorrerão em setembro, dentro das escolas, com duração de uma hora e quarenta minutos, e contarão com vinte questões de múltipla escolha sobre temas de educação financeira.

Temas abordados nas provas

As provas abordarão conceitos de educação financeira básica, incluindo orçamento, juros, inflação e consumo consciente. Também serão explorados temas como renda fixa e noções introdutórias sobre o mercado de capitais e renda variável, como ações, preparando os alunos para o mundo financeiro.

Premiações e incentivos

A edição de 2026 irá premiar instituições e alunos com mais de R$ 7 milhões em recursos financeiros e tecnológicos. Alunos destacados receberão medalhas e um incentivo financeiro de R$ 400 em títulos públicos do Tesouro Selic, incentivando o início de seus investimentos. As instituições também poderão ganhar kits de infraestrutura de até R$ 100 mil, com duas escolas premiadas por estado.

Sobre a Olitef

A Olitef é fruto de uma colaboração entre o Tesouro Nacional e a B3, contando com o apoio do Ministério da Educação e do Banco Central. A iniciativa tem como meta democratizar a educação financeira, preparando os jovens para o planejamento econômico e o universo dos investimentos, de maneira prática e atrativa nas salas de aula.