No dia 26 de setembro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se encontrou com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ressaltou a "diferença gritante" entre suas propostas e as do atual governo brasileiro liderado por Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante uma coletiva de imprensa após a reunião no Salão Oval, Flávio afirmou que o Brasil deve buscar parcerias estratégicas em vez de se alinhar a regimes autoritários. Ele enfatizou a importância de atrair investimentos que beneficiem a população e gerem empregos.
O senador criticou a visita de Lula à Casa Branca, ocorrida em maio, a qual considerou um "lobby para traficantes", referindo-se à recusa do governo petista em classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Para Flávio, essa postura é inaceitável em um país que busca segurança e desenvolvimento.
Ele também mencionou que, se eleito, o Brasil se unirá ao "Escudo das Américas", uma iniciativa proposta por Trump para combater o tráfico de drogas e a imigração ilegal. Vários países com lideranças de direita já aderiram ao programa, reforçando a intenção de Flávio de estreitar laços com lideranças que compartilham de sua visão política.