O saneamento básico, na era digital, é considerado um direito-dever fundamental, conforme destaca a Aegea no projeto "Amazônia Que Eu Quero". A iniciativa, promovida pela Fundação Rede Amazônica, conta com a participação da diretora-presidente Carolina Gregório, que atua como embaixadora do projeto.

Democracia e Tecnologia

Este ano, o foco do projeto gira em torno do uso de novas tecnologias no processo eleitoral e na promoção da justiça social. A Aegea propõe um debate onde a transformação digital se torna uma ferramenta de conexão, permitindo que a concessionária compartilhe informações relevantes e que os cidadãos possam exercer seu papel democrático.

As ferramentas digitais não apenas facilitam a comunicação entre a concessionária e a população, mas também empoderam os moradores a informarem suas necessidades e a fiscalizarem os serviços. Carolina Gregório enfatiza que essa interatividade é crucial para priorizar o saneamento na agenda democrática e acelerar os investimentos na infraestrutura.

Desafios em Rondônia

Atualmente, Rondônia enfrenta sérios desafios no setor de saneamento. Dados do Instituto Trata Brasil revelam que Porto Velho possui apenas 30% de cobertura de água e menos de 10% de esgoto, o que ressalta a urgência de canais de comunicação eficientes e transparentes.

De acordo com Benedito Teles, gerente de jornalismo da Rede Amazônica Rondônia, a participação da Aegea no projeto reflete o comprometimento da Fundação com um futuro mais sustentável, após 50 anos de atuação na região Norte do Brasil.

Compromisso com o Desenvolvimento Sustentável

A presença da Aegea no projeto Amazônia Que Eu Quero reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável. A empresa não apenas discute infraestrutura, mas também promove o uso da tecnologia para combater a desinformação e fomentar a cidadania ativa.

A Aegea em Rondônia

Operando no estado desde 2015, a Aegea é um agente crucial na expansão do saneamento básico em Rondônia, gerenciando várias concessionárias. A companhia se empenha em atender as metas do Marco Legal do Saneamento, unindo eficiência operacional e desenvolvimento socioambiental, beneficiando a saúde pública e a economia da região.