A transformação da inteligência artificial (IA) nas corporações não se limita apenas aos modelos generativos, mas sim na fusão da IA com a infraestrutura de dados existente. Essa mensagem foi enfatizada por Shasank Chavan, vice-presidente da Oracle, durante o evento Oracle Data Deep Dive, realizado recentemente.

No evento, Chavan apresentou a visão da Oracle sobre como a IA pode operar diretamente nos bancos de dados corporativos, realizando tarefas em tempo real e automatizando processos com eficiência. Ele ressaltou que a evolução rápida da IA está acelerando ciclos de desenvolvimento e tomada de decisão nas empresas.

Chavan criticou os modelos fragmentados que ainda predominam em muitas organizações, onde os dados precisam ser constantemente transferidos entre diferentes plataformas, aumentando a complexidade e os custos operacionais. A proposta da Oracle é inverter essa lógica, permitindo que a IA trabalhe diretamente com os dados armazenados nas empresas.

Além disso, o executivo destacou a necessidade de acesso rápido e seguro aos dados para que os agentes de IA possam atuar de forma autônoma nas operações empresariais. Ele também abordou a importância da segurança, que deve ser parte integrante da arquitetura de IA, especialmente com a ascensão da computação quântica, que representa novos desafios para a proteção de dados.