O Mercado Central de Belo Horizonte, um dos maiores símbolos da cultura mineira, inicia uma nova fase com o patrocínio da mineradora Vale. A parceria foi desenhada para preservar o nome tradicional do espaço, enquanto promove melhorias até o seu centenário em 2029.
Preservação da identidade
A Vale optou por um modelo de 'right naming', que mantém o nome original do Mercado Central, diferentemente de outras parcerias que mudam a nomenclatura. O diretor de comunicação da Vale, Leandro Modé, ressaltou que essa decisão reflete o forte vínculo emocional que os mineiros têm com o local.
Participação da comunidade
O plano de melhorias será desenvolvido em conjunto com os lojistas, que terão voz ativa nas assembleias. Após a definição das demandas, a Vale ficará responsável por viabilizar os projetos escolhidos, garantindo que as intervenções atendam às necessidades do espaço.
Expectativas para o futuro
Até 2029, várias melhorias serão implementadas gradualmente, incluindo intervenções estruturais e iniciativas sustentáveis. O presidente do Mercado Central, Geraldo Campos, destacou a importância da parceria para alinhar inovação com a preservação da identidade do local.
História rica e significativa
Inaugurado em 7 de setembro de 1929, o Mercado Central foi criado para concentrar o abastecimento de Belo Horizonte. Com o passar dos anos, se transformou em um ponto de referência cultural e turístico, reunindo aromas, sabores e tradições mineiras.
Um patrimônio em constante evolução
Com aproximadamente 400 lojas e 24 mil metros quadrados, o Mercado Central é um destino obrigatório tanto para moradores quanto para turistas, atraindo cerca de 15,5 milhões de visitantes anualmente. A nova parceria com a Vale busca garantir que esse patrimônio continue a evoluir, mantendo sua essência e relevância cultural.




