O governador de Minas Gerais e pré-candidato à reeleição, Mateus Simões, do PSD, comentou sobre seu desempenho em uma pesquisa de intenção de voto realizada pelo Real Time Big Data, onde alcançou 11%. Segundo ele, este crescimento é resultado de uma maior visibilidade e conhecimento por parte da população.

Crescimento nas intenções de voto

Simões, que anteriormente não ultrapassava os 10%, observou que o principal dado do levantamento é a combinação entre sua baixa rejeição e o aumento na preferência do eleitorado. Em um cenário alternativo, ele chega a 13%, empatado tecnicamente com Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte.

No contexto da pesquisa, Cleitinho Azevedo lidera com 35%, seguido por Kalil com 15% e Rodrigo Pacheco, do PSB, com 14%. Outras candidaturas, como Gabriel Azevedo (MDB) e Maria da Consolação (Psol), aparecem com 6% e 3%, respectivamente. A pesquisa também indica 5% de votos nulos e 7% de eleitores indecisos.

Críticas aos adversários

Em relação a seus adversários, Simões criticou Alexandre Kalil, citando suas pendências judiciais e um pedido do Ministério Público para ressarcir mais de R$ 100 milhões devido a uma pesquisa eleitoral supostamente irregular. Ele afirmou que Kalil terá dificuldades para se explicar à Justiça antes de poder concorrer efetivamente.

Simões comentou ainda que Kalil, apesar de ser popular, tem se limitado a críticas superficiais sobre sua aparência. O governador destacou que as eleições são um reflexo da vontade de quem realmente deseja governar.

Sobre Rodrigo Pacheco

Quanto ao senador Rodrigo Pacheco, Simões disse não ter objeções em enfrentar o parlamentar nas urnas, mas observou que Pacheco aparentemente não tem interesse em se candidatar ao governo de Minas. Para ele, uma possível candidatura de Pacheco dependeria mais da pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva do que de uma vontade própria.

Simões, que já conhece Pacheco há 20 anos, ressaltou que a candidatura ao governo exige um desejo genuíno e preparação. Ele acredita que os eleitores percebendo a falta de interesse de Pacheco em governar, o que pode impactar sua decisão nas urnas.