Um incêndio de grandes proporções destruiu 27 ônibus na garagem da Viação Anchieta, localizada no bairro Dom Cabral, em Belo Horizonte. Em resposta ao incidente, a Prefeitura da capital mineira informou que está avaliando, em colaboração com o consórcio de empresas de ônibus e o sindicato da categoria, os possíveis efeitos na operação do transporte público local.

Resposta da Prefeitura

Imagens capturadas pelo Globocop no último domingo (7) mostram a devastação no local. Apesar da gravidade do incêndio, felizmente, não houve registro de feridos. A administração municipal destacou que o sistema de transporte coletivo opera sob um modelo consorciado e que cabe ao consórcio, representado pelo SetraBH, assegurar a regularidade da operação e o cumprimento dos horários.

Medidas Emergenciais

A Prefeitura também afirmou que o consórcio utilizará a frota reserva e realizará o remanejamento de veículos entre as empresas quando necessário para garantir que os usuários não sejam prejudicados. Em nota, o SetraBH expressou solidariedade à Viação Anchieta e informou que outras concessionárias já estão se organizando para garantir a continuidade do serviço à população.

Compromisso com os Usuários

O sindicato ressaltou que as ações emergenciais têm como objetivo minimizar os impactos na operação e que novas atualizações serão divulgadas conforme as investigações e avaliações dos danos progridem. A TV Globo identificou que os ônibus afetados operavam em diversas linhas, incluindo 2104, 3250, 4103, 4110, 4111, 5203, 9410, 9412 e 9414.

Combate ao Incêndio

Para combater as chamas, aproximadamente 23 bombeiros foram mobilizados. Testemunhas relataram que o incêndio possivelmente teve início em uma área de mata próxima à garagem. A fumaça gerada pelo fogo era densa e visível de várias partes da cidade, causando preocupação entre os moradores nas imediações.

Investigação em Andamento

A Polícia Civil foi acionada e dará início a uma investigação para determinar as causas do incêndio, com perícia programada para o local. O incidente levanta questões sobre a segurança e a manutenção das garagens de ônibus na capital, além de gerar apreensão entre os usuários do transporte público.