Um recente acordo entre o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente Lula trouxe mudanças significativas à jornada de trabalho, reduzindo o tempo de adaptação para a nova escala. O anúncio pegou de surpresa empresários e políticos que esperavam uma transição mais gradual.

Os empresários, preocupados com o impacto financeiro das novas regras, se mobilizam para buscar apoio no Senado, onde pretendem tentar reverter a decisão. A expectativa inicial era de um escalonamento de até quatro anos para a nova jornada de 40 horas semanais.

Reuniões e estratégias no Senado

Uma reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está agendada, visando discutir possíveis mudanças na proposta. Empresários esperam que a discussão seja postergada até depois das eleições, para evitar pressões políticas.

A tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) será feita na Comissão de Constituição e Justiça, e, se aprovada, deverá passar pelo plenário do Senado. O desafio será obter os votos necessários para garantir a aprovação, especialmente em um clima eleitoral tenso.